ah, bruta flor do querer...
"E onde queres ternura, eu sou tesão Onde queres o livre, decassílabo E onde buscas o anjo, sou mulher Onde queres prazer, sou o que dói E onde queres tortura, mansidão Onde queres um lar, revolução E onde queres bandido, sou herói"
Nesses versos de Caetano,
percebo que a gente nem sempre quer o que deve querer
na hora que de ve ser.
Mas o querer nao nega.
Não tarda.
Não pára.
Quando ele quer, ele vem bruto, ele vem nu, cru, seco, molhado, torra, arde, esfria, arrepia.
Acho que quem muito quer, ou coloca na cabeça que quer, acaba que quando tem, não sabe tirar o verdadeiro proveito.
Talvez, quem não queira nada, se surpreenda com a sede que o querer dá.
Eu sei que quero
E como quero
Eu quero a todo instante. Quero agora mais do que ontem
Beijo, abraço, braço, pescoço, língua, pele, sussurro, arrepio, respiração, falta de...
Quero não por querer
Quero com razao, de ser.
Quero ato.
Quero de fato.
Quero. Preciso.
Mas nao sei explicar.
Me falta o ar.
Ah, pra quê usar de palavras
Deixo minha alma despida
Inebriada e entorpecida
querer por mim.
É meu corpo que usurpa
Mas é a ela que nutre.
Nesses versos de Caetano,
percebo que a gente nem sempre quer o que deve querer
na hora que de ve ser.
Mas o querer nao nega.
Não tarda.
Não pára.
Quando ele quer, ele vem bruto, ele vem nu, cru, seco, molhado, torra, arde, esfria, arrepia.
Acho que quem muito quer, ou coloca na cabeça que quer, acaba que quando tem, não sabe tirar o verdadeiro proveito.
Talvez, quem não queira nada, se surpreenda com a sede que o querer dá.
Eu sei que quero
E como quero
Eu quero a todo instante. Quero agora mais do que ontem
Beijo, abraço, braço, pescoço, língua, pele, sussurro, arrepio, respiração, falta de...
Quero não por querer
Quero com razao, de ser.
Quero ato.
Quero de fato.
Quero. Preciso.
Mas nao sei explicar.
Me falta o ar.
Ah, pra quê usar de palavras
Deixo minha alma despida
Inebriada e entorpecida
querer por mim.
É meu corpo que usurpa
Mas é a ela que nutre.
Comentários
e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
passa o meu coração do frio ao fogo.
Quero-te só porque a ti te quero,
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,
e a medida do meu amor viajante,
é não te ver e amar-te,
como um cego.
Tal vez consumirá a luz de Janeiro,
seu raio cruel meu coração inteiro,
roubando-me a chave do sossego,
nesta história só eu me morro,
e morrerei de amor porque te quero,
porque te quero amor,
a sangue e fogo."
Neruda.
M.B
Preciso falar isso nos seus olhos... Preciso te falar tanta coisa...
Vem pra perto de mim, meu amor...