Postagens

Mostrando postagens de janeiro 15, 2012

Teu nome pessoal

Te/ Ti/ Contigo Se/ Si/ Consigo tu comigo

pêlo pleno

"xxsshh! hum, que arrepio na nuca!" não é espírito, não nem assombração é a sua mão passando contornando meus fios encaracolados. e olho pra você e te encaro e te quero e você sorri, desse jeito, safado e o arrepio aumenta já não toma só conta da nuca já deixa meus peitinhos 'acesos' já ouriça-me os do braço sua unha, vermelha, me arranha de leve é quase pluma. não dói, mas sinto forte. me arrancas sorrisos [tão safados quanto] sua famigerada língua começa a deslisar no meu ouvido é quente e ensurdecedor o arrepio é geral à medida que umedece meu pescoço umedece todo o resto. e cafunga, e geme leve, e suspira e me suga e me judia e "ah, que pecado" "ah, que maldade" e você ri,  e me olha profundo, e me chupa a alma e lambuza meus sonhos e invade o céu da minha boca, aberta, que ressecava aos poucos e matava a minha sede. me dava o de beber e comer e vice-versa. "liga o som" já era tarde. os vizinhos. silênci...

Amor.

E qual o sentido em não amar demais? Por que o ser humano se protege tanto disso? Sim, a resposta da maioria é óbvia: A queda dói. E dói! Sou testemunha. Ja caí, mas levantei E vivi! Alguns inventam outras formas Formas alternativas, que pode até dar certo. Amor livre, sacanagem, etc, etc, etc. Outros se privam disso, preferem não arriscar. Eu não. Prefiro morrer de amor! Sou dessas, românticas Com alma de artista, que em tudo vê música e poesia Queria que todos fossem assim. No mundo haveria mais amor, ao invés de inveja Tenho pena dos corações sozinhos Que, como eu um dia, vagam pelas noites à procura de uma felicidade sem nome. Talvez um refúgio para a alma, Se perder (ou se achar) em cada ser, também abandonado To mundo quer uma casa, um abrigo Um cheiro de "meu". Um porto, seguro ou não É da gente querer a outra metade: da laranja, do limão, da jaca ou do maracujá. Sei lá. Todo mundo quer, no fundo, aquele amor amigo Que te faz re...