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Mostrando postagens de maio 3, 2009

errata

Quando olho ao redor Vejo coisas possíveis E por dentro delas Talvez o inimaginavel Sei que não sou certa Não estou certa Que me engano com freqüencia Talvez pela minha inocência E também pela inconsequência O fato nao é errar nem acertar O fato é tentar Eu preciso arriscar Morrer de dor por ter feito Não por ter pensado em fazer Continuarei impulsiva Inconsequênte Inconstante Ate que a vida me prove o contrário Foi dessa droga que me viciei A droga do AGORA.

a Bênção, Poetinha !

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...Uma mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza Qualquer coisa de triste, qualquer coisa que chora Qualquer coisa que sente saudade Um molejo de amor machucado, Uma beleza que vem da tristeza de se saber mulher, Feita apenas para amar , para sofrer pelo seu amor E para ser só perdão ... (Samba da Bênção - Vinicius de Moraes e Baden Powell) (Vinicius e Baden- Paris, 1964)

me nina?

não me deixe quieta não me deixe solta não me deixe aqui me tire pra dançar me pague uma bebida me coloque no colo me nina me embala me abala me aquiete, numa rede me deite e me ajeite me banhe no mar de tanto amar consuma não suma e não saia desse lugar

às ordens

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Ingênua Bruta Suave Serena Incandecente Indecente Quente Provocante Calmante Ousada Dada Complica Explica hummm... Pede? Eu dou.

tua na lua

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é lua cheia é outono sou eu quero boca na boca olhos nos olhos voz no ouvido arrepio na pele gosto na língua suor na roupa ou sem roupa antes que a lua mingue que vire inverno e que eu me esqueça

E L A

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Deusa alvi de alma negra Dona do babado, do balacobaco Dona da banca, dona do jogo Pérola, branca dentre as negras Serpente quente das areias claras Seu axé ta no sangue, ta no mangue, no beat Dançarina, bailarina, faz o mundo sambar É a cor, a voz, o grito, o canto da cidade Soteropolitana, colorida como as fitas do seu Senhor do Bonfim São Salvador é berço dela, que respira amor aspirando liberdade... É do axé, do afoxé, é do ilê, do ayê, é de gandhi, é do gueto, é da massa É mulher de vanguarda, ousada, temida e querida Na sensualidade das suas curvas e de seus versos No horizonte tênue dos teus quadris Me perco, nao querendo nunca mais me achar Na delicadeza bruta da tua voz Navego como na Baía de Todos os Santos Na tua Bahia, aonde reinas, onde és e serás eterna majestade Não que eu queira tê-la apenas como soberana do teu povo Mas me satisfaço como súdita. Mulher bela, da cor de cravo e canela, do batuque da panela Clamo por ela, só ela... deslumbrante Daniel...