E L A
Deusa alvi de alma negra
Dona do babado, do balacobaco
Dona da banca, dona do jogo
Pérola, branca dentre as negras
Serpente quente das areias claras
Seu axé ta no sangue, ta no mangue, no beat
Dançarina, bailarina, faz o mundo sambar
É a cor, a voz, o grito, o canto da cidade
Soteropolitana, colorida como as fitas do seu Senhor do Bonfim
São Salvador é berço dela, que respira amor aspirando liberdade...
É do axé, do afoxé, é do ilê, do ayê, é de gandhi, é do gueto, é da massa
É mulher de vanguarda, ousada, temida e querida
Na sensualidade das suas curvas e de seus versos
No horizonte tênue dos teus quadris
Me perco, nao querendo nunca mais me achar
Na delicadeza bruta da tua voz
Navego como na Baía de Todos os Santos
Na tua Bahia, aonde reinas, onde és e serás eterna majestade
Não que eu queira tê-la apenas como soberana do teu povo
Mas me satisfaço como súdita.
Mulher bela, da cor de cravo e canela, do batuque da panela
Clamo por ela, só ela... deslumbrante Daniela !

Dona do babado, do balacobaco
Dona da banca, dona do jogo
Pérola, branca dentre as negras
Serpente quente das areias claras
Seu axé ta no sangue, ta no mangue, no beat
Dançarina, bailarina, faz o mundo sambar
É a cor, a voz, o grito, o canto da cidade
Soteropolitana, colorida como as fitas do seu Senhor do Bonfim
São Salvador é berço dela, que respira amor aspirando liberdade...
É do axé, do afoxé, é do ilê, do ayê, é de gandhi, é do gueto, é da massa
É mulher de vanguarda, ousada, temida e querida
Na sensualidade das suas curvas e de seus versos
No horizonte tênue dos teus quadris
Me perco, nao querendo nunca mais me achar
Na delicadeza bruta da tua voz
Navego como na Baía de Todos os Santos
Na tua Bahia, aonde reinas, onde és e serás eterna majestade
Não que eu queira tê-la apenas como soberana do teu povo
Mas me satisfaço como súdita.
Mulher bela, da cor de cravo e canela, do batuque da panela
Clamo por ela, só ela... deslumbrante Daniela !

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