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Mostrando postagens de novembro 13, 2011

Se Si

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Sinta-se no meu olho. Senta-se  no meu colo.  Sintaxe do meu joio. Klimt, Gustav. Cinta a si no meu corpo. Cinja-me no teu dorso. Sente se no teu busto. Silo a ti pro teu grego.  Soma-se ao teu gosto.  Cílio, ti do teu rosto.  Cilha-te  no meu gozo. 

A aurora de outrora agora

Tarda a noite Tua voz, ouca, fala sem dizer. Escura, as palavras são cruéis. É cedo! Ainda quero ir, continuar. Não há abismo. Não me permita voltar. Parar... Não! --- Quero ir longe aonde só teu sorriso me leva Quero navegar mares que só o teu corpo permite. Me perder no teu norde, sul, leste e oeste --- Caminhar no vão vazio da estrada longa Já parece mais perturbador do que outrora --- Não ter o tênue toque da sua mão se entrelaçando na minha No crepúsculo quase sombrio que, na minha cabeça confusa Já não sabe ser noite ou dia... Me enche de agonia e paz por ainda estar ali, estando. Comigo. --- Um silêncio louco nos toma E parecemos dizer todas as palavras do mundo N'um centésimo de segundo. Sua pupila dilata perante à luz do meu sorriso. A aurora se faz E nós, renascemos.