Lua vazia
Me entrelaço em mim mesma
Como forma de fuga
Supro carencias existentes
Com loucuras inexistentes
Sou riso frouxo quando preciso
E choro preso quando não quero
Debruço-me na sorte
Deleito-me da noite
Penso, assim, existir de forma mais vã
Menos aguda... estridente.
Às vezes fico surda com os meus desejos gritantes
Preciso serenar... Ainda que seja no sereno da noite
Noite da lua que me seduz, do cheiro que me arrebata
Do vazio que me preenche.
Sou sempre eu e ela
Eu gritando, bravando... e ela, quieta, plácida
Deste modo me acolhe e me supre
Dando-me a falsa sensação de que eu sou como ela
Inteira, intensa, silenciosa, mágica e fascinante.
Posso ser assim, sei que sim.
Mas até que raie o dia.
Como forma de fuga
Supro carencias existentes
Com loucuras inexistentes
Sou riso frouxo quando preciso
E choro preso quando não quero
Debruço-me na sorte
Deleito-me da noite
Penso, assim, existir de forma mais vã
Menos aguda... estridente.
Às vezes fico surda com os meus desejos gritantes
Preciso serenar... Ainda que seja no sereno da noite
Noite da lua que me seduz, do cheiro que me arrebata
Do vazio que me preenche.
Sou sempre eu e ela
Eu gritando, bravando... e ela, quieta, plácida
Deste modo me acolhe e me supre
Dando-me a falsa sensação de que eu sou como ela
Inteira, intensa, silenciosa, mágica e fascinante.
Posso ser assim, sei que sim.
Mas até que raie o dia.
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