Arrumação
Fim de ano. Novo ano
Perspectivas novas, desejos velhos
Vontade se renovando, nostalgia à flor da pele
Arrependimento de algumas coisas. Satisfação por outras
Mistura de tudo.
Tudo bagunçado dentro do armário da alma.
Essa é a época de arrumar.Todos os armários.
Os armários do quarto, dos sonhos, das amizades
dos sentimentos, das obrigações, dos desejos.
Separar por cor e tamanho.
Sempre tem aquela coisa que a gente gosta muito
Mas de repente tá com um pingo de tinta ou uma mancha de água sanitária
Ou até mesmo desbotou.
Talvez já não sirva mais.
Aquelas coisas que você tem há anos e nunca tirou do fundo do baú
Estão com teia de aranha, mofadas...
Mas, lavando, quem sabe não sirva?
Não caia bem?! Questão de tentar!
Os cd's que você mais ouvia. Os livros que você mais gostou. Aquele seu, de cabeceira...
Coisas que você esqueceu.
Papelada de banco, de dívidas, cartas de amor, cartas de dor
O que você recebeu e o que você não mandou.
Rasgue o que não te faz bem.
Arrume as outras.
Tire o pó.
Assim, com gavetas organizadas, peças separadas,
Livros em ordem, estante sem pó, discos por artista
Sem traças, nem mofo, nem bolor
Com cheiro de novo,
Os armários estarão pronto pra receber coisas essenciais
E que caibam ali.
Porque, se for além do pequeno espaço dele... Bagunça de novo.
E nunca se sabe, se terá a oportunidade de arrumar tudo outra vez.
Perspectivas novas, desejos velhos
Vontade se renovando, nostalgia à flor da pele
Arrependimento de algumas coisas. Satisfação por outras
Mistura de tudo.
Tudo bagunçado dentro do armário da alma.
Essa é a época de arrumar.Todos os armários.
Os armários do quarto, dos sonhos, das amizades
dos sentimentos, das obrigações, dos desejos.
Separar por cor e tamanho.
Sempre tem aquela coisa que a gente gosta muito
Mas de repente tá com um pingo de tinta ou uma mancha de água sanitária
Ou até mesmo desbotou.
Talvez já não sirva mais.
Aquelas coisas que você tem há anos e nunca tirou do fundo do baú
Estão com teia de aranha, mofadas...
Mas, lavando, quem sabe não sirva?
Não caia bem?! Questão de tentar!
Os cd's que você mais ouvia. Os livros que você mais gostou. Aquele seu, de cabeceira...
Coisas que você esqueceu.
Papelada de banco, de dívidas, cartas de amor, cartas de dor
O que você recebeu e o que você não mandou.
Rasgue o que não te faz bem.
Arrume as outras.
Tire o pó.
Assim, com gavetas organizadas, peças separadas,
Livros em ordem, estante sem pó, discos por artista
Sem traças, nem mofo, nem bolor
Com cheiro de novo,
Os armários estarão pronto pra receber coisas essenciais
E que caibam ali.
Porque, se for além do pequeno espaço dele... Bagunça de novo.
E nunca se sabe, se terá a oportunidade de arrumar tudo outra vez.
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