Em-canto
E, parada, te vejo flutuar, como se só houvesse ceu
Infinita, tua forma transcende.
Silhueta de luz, clara e cândida!
Vagas, tão pura, bailando no véu dos teus sonhos
Há vezes, vestida de dia; outras, com jeito de noite.
Breve e pungente, dilacera minha alma
Faz sorrir-me por dentro
Confundindo todos os meus órgãos e invertendo minhas funções
Nunca revelei-te tais efeitos que me causas
Não quero que, por um instante de minuto,
Percas tua doce singeleza
Em troca de uma tirana vaidade
És perfeitas assim: feita de sonhos, de estrelas, de raios, de astros
De pétalas, de luz, de bons e ruins.
Tudo em ti reina.
Tua leveza
Tua clareza
Minha certeza.
Infinita, tua forma transcende.
Silhueta de luz, clara e cândida!
Vagas, tão pura, bailando no véu dos teus sonhos
Há vezes, vestida de dia; outras, com jeito de noite.
Breve e pungente, dilacera minha alma
Faz sorrir-me por dentro
Confundindo todos os meus órgãos e invertendo minhas funções
Nunca revelei-te tais efeitos que me causas
Não quero que, por um instante de minuto,
Percas tua doce singeleza
Em troca de uma tirana vaidade
És perfeitas assim: feita de sonhos, de estrelas, de raios, de astros
De pétalas, de luz, de bons e ruins.
Tudo em ti reina.
Tua leveza
Tua clareza
Minha certeza.
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